Não estou bem!
Desordem...:(

As vezes nos momentos tristes me sinto como uma personagem de um livro de Marcos Rey... Sozinha no mundo.

As vezes nos momentos tristes me sinto como uma personagem de um livro de Marcos Rey... Sozinha no mundo.

Ai!
Essa dor que não sai!
Eu a respiro.
Em tempos ela se vai,
em tempos ela volta.
A dor maior é sentir o que sente
e força não sentir.
Não há como. Sei que está aí!
Confusão em meio peito e estômago.
Seguro o ar, não porque quero, mas porque preciso.
Entendo e não entendo...
E por Amor espero. Pela grandeza desse sentimento. Espero.
Mesmo doendo.
Em algum momento sei que passará.
Não voltará ao que era, mas será Um Novo!
E ficará BEM! :)

Me fale de uma música que tire seu fôlego.

Que quando ouve te faz ser a música.
Que te faz ter vontade de cantar até ficar rouco.
Me fale de uma música que toque sua alma.
Que chegue onde nunca ninguém chegou e nem viu.
Me fale de uma música que poderia despi-lo facilmente e do mesmo modo cobri-lo.
Me fale de uma música que o fizesse sangrar sentindo sua carne machucada.
Me fale de uma música que niguém nunca fez,
Mas que está para surgir.
Me fale de sua música.
Me fale de você!

Quando a boca cala.... o corpo fala!!!

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!